"mensagens": [
{
"codigo": "E347",
"descricao": "CNPJ/CPF do Prestador do serviço não autorizado a emitir NFS-e",
"correcao": "Solicite autorização para emitir NFS-e para o CNPJ/CPF informado."
}
]
No entanto, segundo o cliente, o cadastro municipal está ativo.
O cliente até mesmo conseguiu emitir uma NFS-e diretamente pelo sistema da Prefeitura.
Ao analisar o Debug verifiquei que a Nuvem Fiscal enviou para a URL:
{
"codigo": "E222",
"descricao": "Código CNAE informado indevidamente.",
"correcao": "Esse campo não deve ser preenchido neste município."
}
Ao remover o código CNAE, ela retorna:
{
"codigo": "E228",
"descricao": "Para esta prestação de serviços a alíquota do ISSQN é obrigatória.",
"correcao": "Informe um valor percentual da alíquota de ISSQN, que deve ser maior ou igual a 2% e menor ou igual a 5%."
}
Analisando o SOAP da requisição ID req_3a1df7095758494188831b61f21b1f11 , referente à NFS-e ID nfs_3a1df709549c4528a5e8a6f45a822cc3 não encontrei o campo de “Aliquota”.
Em anexo, XML autorizado pela prefeitura (feito pelo próprio sistema da prefeitura), onde não tem o campo CodigoCnae e tem a Aliquota zero Servico.Valores.Aliquota.
Se a prefeitura está informando que tem que ser um valor maior ou igual a 2%, por que está enviando pAliq igual a zero? Não é só enviar o valor correto para resolver?
De fato, a prefeitura retornou pedindo a alíquota acima de 2%.
No entanto, a dúvida principal é que até então, o cliente não precisa informar a alíquota na requisição. E como não encontrei a tag no envelope, imaginei que poderia ser por “não conter a tag” na requisição.
Por fim, não sei se houve alguma alteração tributária para o cliente, e a contabilidade orientou em informar a alíquota de 2%.